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sábado, 25 de julho de 2015

A casa caiu para o “chefe”!


A VEJA desta semana revela uma bomba atômica – um míssil nuclear!

Lula capa VEJA
Reproduzo a chamada de capa: “Amigo de Lula, o empreiteiro Léo Pinheiro decidiu contar ao ministério público tudo o que sabe sobre a participação do ex-presidente no petrolão e como o filho Lulinha ficou milionário”.
Léo Pinheiro, que chama Lula de “chefe”, havia avisado.

segunda-feira, 13 de abril de 2015

Prisão de André Vargas faz Toninho da Fazenda tremer

Do Blog do Tupan
Matéria Publicada 12/04/2015
Bem Parana
André Vargas
André Vargas
O pânico é generalizado. A bancada estadual e federal do PT do Paraná vive momentos do mais puro terror desde a prisão de André Vargas pela Polícia Federal. Deputados estaduais petistas como Tadeu Veneri, Professor Lemos e Péricles Mello, receberam generosas doações de Vargas para suas campanhas. Temem que tais contribuições venham a ter sua origem auditada.
Todos estão preocupados, mas alguns estão mais preocupados que os outros. Os deputados federais petistas Zeca Dirceu, Enio Verri e Toninho Wandscheer (Toninho da Fazenda), vivem momentos de profundo desassossego. Wandscheer é dos mais preocupados. Recebeu uma doação do irmão de André Vargas, Loester, e retribuiu nomeando-o para um cargo em seu gabinete. Loester é dono de uma das empresas
O ex-deputado federal André Vargas, preso na PF, apoio algumas candidaturas do PT, tendo em vista que não foi candidato nas ultimas eleições. Receberam o seu apoio no interior do Estado Zeca Dirceu(PT) e Enio Verri e na capital Toninho Wandsheer, que recebeu doação do irmão e o nomeou Loester Vargas em retribuição para um cargo de R$ 11 mil em seu gabinete. Loester é dono de uma das empresas envolvidas na operação Lava Jato.

terça-feira, 21 de outubro de 2014

Tesoureiro do PT citado no petrolão é delegado da campanha de Dilma

(veja.com.br, de Marcela Mattos, de Brasília)

Documento obtido pelo site de VEJA mostra que João Vaccari Neto tem a função-chave de representar a candidata no Tribunal Superior Eleitoral (TSE)

João Vaccari Neto, bancário, tesoureiro do PT, ex-presidente da Bancoop, em 2010 (Sergio Dutti/AE/VEJA)
Desde que o depoimento do ex-diretor da Petrobras Paulo Roberto Costa veio a público, a campanha da presidente-candidata Dilma Rousseff (PT) entrou em pânico: criou uma força-tarefa para evitar que as novas revelações causassem estrago no projeto de reeleição da petista, redobrou os ataques ao adversário Aécio Neves (PSDB) e barrou o depoimento do tesoureiro João Vaccari Neto à CPI da Petrobras. Não à toa: nove anos após o estouro do escândalo do mensalão, outro homem-forte responsável por cuidar das contas do partido aparece às voltas em um caso de corrupção, agora como o pivô de um esquema bilionário de lavagem de dinheiro. Paulo Roberto Costa afirmou que parte da propina desviada da estatal chegou às mãos de Vaccari.  “Dentro do PT, a ligação que o diretor de serviços tinha era com o tesoureiro na época do PT, o senhor João Vaccari. A ligação era diretamente com ele”. Ainda segundo o delator, dois terços da propina ficavam para o PT quando a diretoria era comandada pelo PP. Já nos setores diretamente controlados por petistas, a propina seguia diretamente para o caixa do partido.

A função de Vaccari, no entanto, vai além de cuidar do financeiro do PT: ele tem posto privilegiado no projeto eleitoral da presidente Dilma. Documento obtido pelo site de VEJA mostra que o tesoureiro foi nomeado delegado da campanha de Dilma e tem a função-chave de representar a candidata no Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Tamanha é a autonomia que Vaccari, tem, inclusive, a prerrogativa de fazer petições e assinar as credenciais dos fiscais da coligação.
Ao lado dele estão outros quatro delegados – todos ocupam posições no projeto de reeleição de Dilma: o secretário-geral do PT, Geraldo Magela, deputado federal derrotado na única vaga ao Senado pelo Distrito Federal; o ex-presidente do diretório paulista do PT e tesoureiro da campanha, Edinho Silva; o ex-ministro do TSE, Arnaldo Versiani, e Luis Gustavo Severo, ambos responsáveis pela área jurídica da campanha.
Embora tenha sido apontado como a ponte para o recebimento da propina, o PT tem se mostrando reticente em afastar o tesoureiro. Ao contrário: saiu em defesa dele e processou Paulo Roberto Costa por difamação.
Durante debate entre os candidatos à Presidência realizado no último domingo, Dilma evitou se voltar contra Vaccari. Questionada por Aécio se confia no tesoureiro, a presidente tergiversou: “Da última vez que um delator denunciou pessoas do seu partido, no caso do metrô e da compra dos trens, o senhor disse que não ia confiar na palavra de um delator. Eu sou diferente. Eu sei que há indícios de desvio de dinheiro. O que ninguém sabe é quanto foi e quem foi. Isso é muito importante”, disse.