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quinta-feira, 14 de janeiro de 2016

Fruet é incapaz de gerir transporte, aponta Ducci

Do Fabio Campana


O deputado Luciano Ducci (PSB), ex-prefeito de Curitiba, disse nesta terça-feira, 12, que a crise do transporte coletivo é um retrato da incapacidade da atual administração em defender os interesses dos curitibanos”, adiantou no facebook. “. Pelo direcionamento dessa greve, o resultado será mais um aumento de ônibus, seguido de uma série de desculpas e justificativas. Apesar de mais de 3 anos de paralisia, a responsabilidade – como sempre – será jogada para as administrações passadas”, completou.
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A crise do transporte coletivo é um retrato da incapacidade da atual administração em defender os interesses dos curitibanos. Pelo direcionamento dessa greve, o resultado será mais um aumento de ônibus, seguido de uma série de desculpas e justificativas. Apesar de mais de 3 anos de paralisia, a responsabilidade – como sempre – será jogada para as administrações passadas.

segunda-feira, 28 de dezembro de 2015

Ratinho Jr venceria eleição hoje, diz pesquiza

Da Gazeta do Povo

Secretário estadual perdeu boa parte das intenções de voto que tinha em janeiro. Prefeito manteve quase a mesma pontuação

Faltando menos de um ano para as eleições municipais, o cenário de intenção de voto para a prefeitura de Curitiba aparece embolado. Com a queda de popularidade do secretário estadual Ratinho Jr. (PSC) e a oscilação do prefeito Gustavo Fruet (PDT), os dois aparecem tecnicamente empatados em primeiro lugar no mais recente levantamento do Instituto Paraná Pesquisas. Na sequência, três possíveis candidatos estão em situação de empate técnico.

Ratinho, que tinha 38% das intenções de voto em janeiro, agora foi citado por quase 21% dos entrevistados. Considerando a margem de erro, Fruet, com 18%, manteve praticamente a mesma pontuação das pesquisas anteriores. O ex-prefeito Rafael Greca (PMN), que deixou o PMDB para se tornar pré-candidato, vem logo em seguida, com 11%. O deputado Requião Filho (PMDB) e o ex-prefeito Luciano Ducci (PSB) têm 10,8% e 8,4%, respectivamente.
Em seguida, estão tecnicamente empatados o deputado federal Fernando Francischini (SD); os deputados estaduais Ney Leprevost (PSD) e Tadeu Veneri (PT); e o vereador Pastor Valdemir Soares (PRB). A deputada estadual Maria Victória (PP), obteve pouco menos de 1% das intenções de voto. Bruno Meirinho, do PSol, foi citado por 0,4% dos eleitores.
O Instituto Paraná Pesquisas também fez simulações de quadros de segundo turno na disputa pela prefeitura de Curitiba. Num primeiro cenário, que repete a disputa da última eleição, o secretário estadual Ratinho Jr. (PSC) venceria o prefeito Gustavo Fruet (PDT) se as eleições fossem hoje, com diferença de quase seis pontos porcentuais.

terça-feira, 15 de dezembro de 2015

Fruet assina manifesto contra impeachment de Dilma

Do Esmael Morais

Presidente Dilma Rousseff (PT) recebeu nesta segunda-feira (14), como presente de aniversário, um manifesto contra o impeachment subscrito por 16 prefeitos de capitais, dentre eles Gustavo Fruet (PDT); petista completou hoje 68 anos; abaixo, leia a íntegra da carta contra o golpe e em defesa da democracia.
Presidente Dilma Rousseff (PT) recebeu nesta segunda-feira (14), como presente de aniversário, um manifesto contra o impeachment subscrito por 16 prefeitos de capitais, dentre eles Gustavo Fruet (PDT); petista completou hoje 68 anos; abaixo, leia a íntegra da carta contra o golpe e em defesa da democracia.
O prefeito de Curitiba, Gustavo Fruet (PDT), está entre os 16 que subscreveram um manifesto de prefeitos de capitais contra o impeachment e em apoio a presidente Dilma Rousseff (PT).
Em 2012, na eleição, Fruet recebeu apoio político de Dilma e puxou o PT para aliança dando-lhe a vice.
O diretório municipal do PT de Curitiba “amoleceu o coração” com o gesto de Gustavo Fruet. O partido cogita candidatura própria em 2016, o que significa romper a aliança com o pedetista.

Abaixo, leia a íntegra do manifesto de apoio dos prefeitos à presidente da República:
Nota à imprensa – EM DEFESA DAS INSTITUIÇÕES BRASILEIRAS
Nós, prefeitos de capitais brasileiras, repudiamos o acolhimento do pedido de abertura de impeachment contra a Presidenta da República, acatado pelo presidente da Câmara Federal.
Devemos respeitar a vontade da população que conferiu à Presidenta da República o exercício de seu mandato. A Presidenta Dilma Rousseff tem demonstrado retidão institucional e compromisso público no exercício de suas funções.
Vale ressaltar que a análise do pedido de afastamento se inicia eivada de vícios, o que denota condução desvirtuada do processo. Por isso, os efeitos foram responsavelmente suspensos pelo Supremo Tribunal Federal (STF) até a decisão do Plenário daquela instituição.
A banalização do uso do dispositivo legal do impeachment fragiliza as instituições e atenta contra a democracia. No pedido acolhido pela Presidência da Câmara dos Deputados não há atos ou fatos que respaldem o início de um processo dessa natureza. A peça se apoia em ilações e suposições que tentam, sem consistência jurídica, imputar responsabilidade à Presidenta da República, como em pedidos rejeitados anteriormente.
As dificuldades pelas quais passa o Brasil não serão superadas a partir do desrespeito à ordem constitucional. Pelo contrário, um processo com essas características fere e desestabiliza o País. Por fim, acentuamos que o diálogo nacional deve se apoiar primordialmente no respeito à civilidade democrática e ao resultado das urnas nas últimas eleições.
Brasília, 14 de dezembro de 2015
Alcides Bernal

Prefeito de Campo Grande

Carlos Eduardo Alves

Prefeito de Natal

Edivaldo Holando Junior

Prefeito de São Luís

Fernando Haddad

Prefeito de São Paulo

José Fortunati

Prefeito de Porto Alegre

Marcus Alexandre

Prefeito de Rio Branco

Roberto Cláudio

Prefeito de Fortaleza

Carlos Amastha

Prefeito de Palmas

Clécio Luiz

Prefeito de Macapá

Eduardo Paes

Prefeito do Rio de Janeiro

Gustavo Fruet

Prefeito de Curitiba

Luciano Cartaxo

Prefeito de João Pessoa

Paulo Garcia

Prefeito de Goiânia

Teresa Surita

Prefeita de Boa Vista

segunda-feira, 12 de outubro de 2015

Fruet aponta culpados pelo seu fraco desempenho

Do Fábio Campana


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O fraco desempenho na prefeitura de Curitiba preocupa o prefeito Gustavo Fruet, do PDT, que tentará a reeleição de 2016. Em entrevista a rádio CBN, Fruet procurou culpados para sua administração fracativa. Ele culpa a burocracia no paço municipal e a falta de repasses do governo federal. E faz previsões terríveis para afastar os concorrentes. Diz que o próximo prefeito vai ter que manter grande rigor fiscal nas contas do município. “Quem assumir a prefeitura, vai ter que manter um rigor fiscal brutal. Vai ter que, cada vez mais, controlar as despesas. Não temos impostos municipais. E a demora da gestão pública, no meu testemunho, é tão grave quanto a corrupção”, disse Fruet.

terça-feira, 6 de janeiro de 2015

Com 38%, Ratinho Jr. lidera pesquisa para a prefeitura de Curitiba em 2016

do Chico Marés, Gazeta do Povo:
Fruet tem 17% das intenções de voto e Ducci, 10%. Num cenário sem o político do PSC, o prefeito estaria à frente de Ducci por 25% a 17%.
Após votação recorde para deputado estadual, Ratinho Jr. (PSC) aparece como principal adversário do prefeito de Curitiba, Gustavo Fruet (PDT), para a eleição municipal de 2016. Levantamento do Instituto Paraná Pesquisas, encomendado pela Gazeta do Povo, mostra que o atual secretário estadual de Desenvolvimento Urbano teria 38% das intenções de voto caso desejasse participar da eleição – contra apenas 17% do atual prefeito.
Veja a pesquisa completa.
O ex-prefeito Luciano Ducci (PSB) aparece em terceiro, com 10% da preferência do eleitorado – em empate técnico com Requião Filho (PMDB), Fernando Francischini (SD) e Ney Leprevost (PSD). Sem Ratinho no páreo, Fruet aparece na liderança, com 25%. Nesse cenário, Ducci teria 17%.
Na pesquisa espontânea, quando o eleitor diz em quem votaria sem ser estimulado pelo pesquisador, 85% dos eleitores de Curitiba não souberam responder qual candidato escolheriam. Fruet ficou com 5% e Ratinho com 4%.
Reaproximação
Apesar de a eleição ser somente no segundo semestre do ano que vem, a pesquisa mostra que as recentes tentativas de aproximação entre Fruet e Ratinho podem ser benéficas para o atual prefeito. Em dezembro, Fruet apoiou um correligionário de Ratinho, Ailton Araújo (PSC), para a presidência da Câmara Municipal. Ter o secretário ao seu lado pode ser um fator decisivo na eleição. Neste momento, Ratinho não só aparece melhor colocado que o pedetista como supera a própria votação no primeiro turno de 2012, quando fez 34% dos votos – e chega perto dos 39% que fez no segundo turno.
Para o diretor do Paraná Pesquisas, Murilo Hidalgo, Ratinho tem mais chances hoje do que teve em 2012. “A pesquisa é clara em mostrar que ele é o principal adversário. O Fruet, na primeira eleição que disputou, não tinha rejeição. A prefeitura trouxe rejeição. Então, vejo que o Ratinho teria mais chance do que na vez passada”, afirma.
Ainda que esteja na liderança da corrida, é difícil saber se Ratinho terá interesse em disputar as eleições municipais. Ele não esconde que seu maior desejo é ocupar o Palácio Iguaçu e pode preferir tentar disputar a sucessão de Beto Richa (PSDB) em 2018.
Mesmo sem Ratinho no páreo, a reeleição de Fruet está longe de ser tranquila. Em um cenário sem o candidato do PSC, ele teria 25% dos votos contra 17% de Ducci. Para Hidalgo, o ex-prefeito deve representar uma espécie de “anti-Gustavo” e buscar o voto dos eleitores insatisfeitos com a atual gestão. Além disso, há outros pré-candidatos que aparecem com potencial para, no mínimo, levar a disputa para o segundo turno, como Fernando Francischini e Requião Filho.
Para o diretor do Paraná Pesquisas, ainda é cedo demais para qualquer prognóstico. Para ele, o cenário pode mudar ao longo dos próximos dois anos. Além disso, Hidalgo diz que é preciso considerar a influência da máquina pública. Ao contrário da eleição passada, quando era da oposição, Fruet terá a máquina da prefeitura a seu comando. Até o momento, ela trouxe mais rejeição do que apoio. Entretanto, isso pode mudar.
Metodologia
A pesquisa foi realizada entre os dias 1.º e 4 de dezembro de 2014, com 816 eleitores. A margem de erro é de 3,5 pontos porcentuais, para mais ou para menos.
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