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segunda-feira, 15 de fevereiro de 2016

Mulher de Francischini diz no Facebook que marido foi vítima de “covardia” de Richa

Da Gazeta do Povo,
Rogerio Waldrigues Galindo
A esposa do deputado federal Fernando Francischini (SD), Flávia, aproveitou o relatório do Ministério Público favorável à atuação da Polícia Militar no 29 de abril para defender o marido – e atacar o governador Beto Richa (PSDB).
Via Facebook, Flávia, que à época da repressão policial era funcionária comissionada da Sanepar, diz basicamente que o  Ministério Público inocenta os policiais e seu marido e diz que Francischini foi vítima de “injustiça”.
“Há meses atrás, quase um ano, presencie uma grande injustiça, quando vi meu marido e grandes policiais serem acusados
por todo o incidente ocorrido no dia 29/04.”
Segundo Flávia, para a família dela o dia 29 de abril “ficou marcado principalmente pela injustiça, pelas acusações que passaram a cair sobre o Fernando”. E aí vem a menção indireta ao governador Richa.
“Pior ainda, pela falta de respeito, credibilidade, falta de defesa, covardia daquele que tinha o dever moral de respaldar seu Secretário e todos aqueles homens e mulheres de bem que estavam desempenhando corretamente sua função”, diz.
Francischini saiu da Secretaria de Segurança poucos dias depois da repressão, em que 213 pessoas foram ferias pela Polícia Militar.
A nota termina com um tom misterioso: “Quero deixar claro também, que jamais me intimidarei com recados e mensagens a mim dirigidos com o intuito de calar a verdade”.

segunda-feira, 28 de dezembro de 2015

Ratinho Jr venceria eleição hoje, diz pesquiza

Da Gazeta do Povo

Secretário estadual perdeu boa parte das intenções de voto que tinha em janeiro. Prefeito manteve quase a mesma pontuação

Faltando menos de um ano para as eleições municipais, o cenário de intenção de voto para a prefeitura de Curitiba aparece embolado. Com a queda de popularidade do secretário estadual Ratinho Jr. (PSC) e a oscilação do prefeito Gustavo Fruet (PDT), os dois aparecem tecnicamente empatados em primeiro lugar no mais recente levantamento do Instituto Paraná Pesquisas. Na sequência, três possíveis candidatos estão em situação de empate técnico.

Ratinho, que tinha 38% das intenções de voto em janeiro, agora foi citado por quase 21% dos entrevistados. Considerando a margem de erro, Fruet, com 18%, manteve praticamente a mesma pontuação das pesquisas anteriores. O ex-prefeito Rafael Greca (PMN), que deixou o PMDB para se tornar pré-candidato, vem logo em seguida, com 11%. O deputado Requião Filho (PMDB) e o ex-prefeito Luciano Ducci (PSB) têm 10,8% e 8,4%, respectivamente.
Em seguida, estão tecnicamente empatados o deputado federal Fernando Francischini (SD); os deputados estaduais Ney Leprevost (PSD) e Tadeu Veneri (PT); e o vereador Pastor Valdemir Soares (PRB). A deputada estadual Maria Victória (PP), obteve pouco menos de 1% das intenções de voto. Bruno Meirinho, do PSol, foi citado por 0,4% dos eleitores.
O Instituto Paraná Pesquisas também fez simulações de quadros de segundo turno na disputa pela prefeitura de Curitiba. Num primeiro cenário, que repete a disputa da última eleição, o secretário estadual Ratinho Jr. (PSC) venceria o prefeito Gustavo Fruet (PDT) se as eleições fossem hoje, com diferença de quase seis pontos porcentuais.

terça-feira, 6 de janeiro de 2015

Com 38%, Ratinho Jr. lidera pesquisa para a prefeitura de Curitiba em 2016

do Chico Marés, Gazeta do Povo:
Fruet tem 17% das intenções de voto e Ducci, 10%. Num cenário sem o político do PSC, o prefeito estaria à frente de Ducci por 25% a 17%.
Após votação recorde para deputado estadual, Ratinho Jr. (PSC) aparece como principal adversário do prefeito de Curitiba, Gustavo Fruet (PDT), para a eleição municipal de 2016. Levantamento do Instituto Paraná Pesquisas, encomendado pela Gazeta do Povo, mostra que o atual secretário estadual de Desenvolvimento Urbano teria 38% das intenções de voto caso desejasse participar da eleição – contra apenas 17% do atual prefeito.
Veja a pesquisa completa.
O ex-prefeito Luciano Ducci (PSB) aparece em terceiro, com 10% da preferência do eleitorado – em empate técnico com Requião Filho (PMDB), Fernando Francischini (SD) e Ney Leprevost (PSD). Sem Ratinho no páreo, Fruet aparece na liderança, com 25%. Nesse cenário, Ducci teria 17%.
Na pesquisa espontânea, quando o eleitor diz em quem votaria sem ser estimulado pelo pesquisador, 85% dos eleitores de Curitiba não souberam responder qual candidato escolheriam. Fruet ficou com 5% e Ratinho com 4%.
Reaproximação
Apesar de a eleição ser somente no segundo semestre do ano que vem, a pesquisa mostra que as recentes tentativas de aproximação entre Fruet e Ratinho podem ser benéficas para o atual prefeito. Em dezembro, Fruet apoiou um correligionário de Ratinho, Ailton Araújo (PSC), para a presidência da Câmara Municipal. Ter o secretário ao seu lado pode ser um fator decisivo na eleição. Neste momento, Ratinho não só aparece melhor colocado que o pedetista como supera a própria votação no primeiro turno de 2012, quando fez 34% dos votos – e chega perto dos 39% que fez no segundo turno.
Para o diretor do Paraná Pesquisas, Murilo Hidalgo, Ratinho tem mais chances hoje do que teve em 2012. “A pesquisa é clara em mostrar que ele é o principal adversário. O Fruet, na primeira eleição que disputou, não tinha rejeição. A prefeitura trouxe rejeição. Então, vejo que o Ratinho teria mais chance do que na vez passada”, afirma.
Ainda que esteja na liderança da corrida, é difícil saber se Ratinho terá interesse em disputar as eleições municipais. Ele não esconde que seu maior desejo é ocupar o Palácio Iguaçu e pode preferir tentar disputar a sucessão de Beto Richa (PSDB) em 2018.
Mesmo sem Ratinho no páreo, a reeleição de Fruet está longe de ser tranquila. Em um cenário sem o candidato do PSC, ele teria 25% dos votos contra 17% de Ducci. Para Hidalgo, o ex-prefeito deve representar uma espécie de “anti-Gustavo” e buscar o voto dos eleitores insatisfeitos com a atual gestão. Além disso, há outros pré-candidatos que aparecem com potencial para, no mínimo, levar a disputa para o segundo turno, como Fernando Francischini e Requião Filho.
Para o diretor do Paraná Pesquisas, ainda é cedo demais para qualquer prognóstico. Para ele, o cenário pode mudar ao longo dos próximos dois anos. Além disso, Hidalgo diz que é preciso considerar a influência da máquina pública. Ao contrário da eleição passada, quando era da oposição, Fruet terá a máquina da prefeitura a seu comando. Até o momento, ela trouxe mais rejeição do que apoio. Entretanto, isso pode mudar.
Metodologia
A pesquisa foi realizada entre os dias 1.º e 4 de dezembro de 2014, com 816 eleitores. A margem de erro é de 3,5 pontos porcentuais, para mais ou para menos.
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segunda-feira, 20 de outubro de 2014

Gleisi ameaça Francischini: “divulgue tudo”


A senadora Gleisi Hoffmann (PT-PR) disse nesta segunda-feira, por meio de nota, que a “valentia” do líder do Solidariedade na Câmara, deputado Fernando Francischini (PR), em querer convocá-la na CPI mista da Petrobras no Congresso é “seletiva” e sugere: “divulgue tudo”. De acordo com denúncia, Gleisi teria recebido R$ 1 milhão para sua campanha ao Senado, em 2010, do ex-diretor da Petrobras, Paulo Roberto Costa. Francischini prometeu protocolar nesta segunda-feira um requerimento com objetivo de ouvir explicações da senadora. Com informações do O Globo.

Por meio de nota, a senadora sugere ao líder do Solidariedade que “divulgue tudo” . Ela lembra que um dos envolvidos na operação Lava Jato, o deputado Luiz Argôlo (BA), é do mesmo partido de Francischini. Argôlo é acusado de ter recebido pelo menos R$ 330 mil do esquema do doleiro Alberto Youssef.

"A valentia do ex-delegado é seletiva. Quando divulgaram o nome de dezenas de deputados que estariam envolvidos, inclusive um do partido dele e o próprio presidente da Câmara, ele não falou em convocar ninguém. Além disso, se apresenta como amigo do juiz do processo e detentor de informações privilegiadas, que ameaça divulgar. É bom divulgar logo tudo, para não parecer que quer achacar alguém", diz a nota.

Reportagem do jornal “O Estado de S.Paulo” diz que o ex-diretor da Petrobras recebeu um pedido do doleiro Alberto Youssef para “ajudar na candidatura de Gleisi”. O ex-diretor da Petrobras afirmou que Paulo Bernardo, ministro das Comunicações e marido da senadora, teria recebido o dinheiro. Segundo o depoimento de Costa, o repasse de R$ 1 milhão para a campanha seria comprovado através das anotações que ele mesmo fez em sua agenda pessoal, apreendida pela Polícia Federal no dia 20 de março, três dias depois de deflagrada a operação Lava Jato.