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sexta-feira, 26 de agosto de 2016

PF indicia Lula e Marisa por tríplex no Guarujá

Do Estadão Conteúdo noticias@band.com.br

Este é o primeiro indiciamento formal contra Lula na Lava Jato

Procuradores pediram 90 dias para oferecer denúncia / Ricardo Stuckert/Divulgação/Instituto LulaProcuradores pediram 90 dias para oferecer denúnciaRicardo Stuckert/Divulgação/Instituto Lula


Lula foi indiciado por corrupção passiva, lavagem de dinheiro e falsidade ideológica. Dona Marisa, por corrupção e lavagem. A conclusão do delegado Márcio Adriano Anselmo é de que o casal "foi beneficiário de vantagens ilícitas, por parte da OAS, em valores que alcançaram R$ 2,4 milhões referentes às obras de reforma no apartamento 164-A do Edifício Solaris, bem como no custeio de armazenamento de bens do casal".

sexta-feira, 4 de março de 2016

Buzinas, fogos e vuvuzelas amplificam 'aplausaço' a favor da Lava Jato



Em um ato marcado nas redes sociais em apoio à 24ª fase da operação Lava Jato, várias pessoas foram às suas janelas e aplaudiram a ação da Polícia Federal, que tem como seu principal alvo o ex-presidente Lula.
O "aplausaço", como o ato foi chamado na rede em alusão aos "panelaços" contra a presidente Dilma Rousseff, começou por volta das 20h30 (de Brasília).
Algumas pessoas não se contentaram em apenas aplaudir a fase da operação desencadeada na manhã desta sexta (4) e fizeram barulho com gritos, vuvuzelas, buzinas e até fogos de artifício.

terça-feira, 29 de setembro de 2015

'PR fez o lobby', diz ministro de Lula a executivo da Odebrecht em e-mail

Do G1


Empreiteira é acusada de envolvimento nas fraudes investigadas na Lava Jato.
Documento da PF mostra possível lobby de Lula para a empresa.


Um relatório da Polícia Federal (PF), anexado à ação penal envolvendo a Odebrecht na Operação Lava Jato, mostra trocas de e-mails entre executivos da empreiteira e também com o então ministro de Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior Miguel Jorge, na gestão do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, em 2009.
Em uma delas, Miguel Jorge diz que "o PR fez o lobby" para a empresa em uma obra na Namíbia. A Polícia Federal acredita que "PR" era a sigla para Presidente da República.

terça-feira, 22 de setembro de 2015

Merval Pereira: Fechando o cerco

Publicado no Globo

MERVAL PEREIRA
Se Lula desconfiava, conforme relatos, de que o objetivo final da Operação Lava-Jato é ele, ontem deve ter tido certeza disso. Nunca a Operação Lava-Jato chegou tão perto dele, por enquanto apenas na retórica de seus procuradores ou do próprio Juiz Sérgio Moro, mas com ações que se aproximam cada vez mais de denúncias que envolvem diretamente Lula no esquema de desvio de dinheiro da Petrobras.
O procurador regional da República Carlos Fernando dos Santos Lima, afirmou em entrevista coletiva para explicar a nova fase ─ sugestivamente chamada de “Nessum Dorma” (“Ninguém dorme”) ─ que ‘não tem dúvida nenhuma’ de que os escândalos de corrupção da história recente do País – Mensalão, Petrolão e Eletronuclear – tiveram origem na Casa Civil do Governo Lula, cujo titular mais famoso, o ex-ministro José Dirceu, está preso pela segunda vez.
Ele não apenas insinuou, mas garantiu que as investigações indicam que foi montado um esquema de compra de apoio político para o governo federal conectados entre si desde o mensalão, pela mesma organização criminosa e pessoas ligadas aos partidos políticos.
Já o juiz Sérgio Moro escreveu em um de seus despachos condenado o ex-tesoureiro do PT João Vaccari que “(…) A corrupção gerou impacto no processo político democrático, contaminando-o com recursos criminosos, o que reputo especialmente reprovável. Talvez seja essa, mais do que o enriquecimento ilícito dos agentes públicos, o elemento mais reprovável do esquema criminoso da Petrobras, a contaminação da esfera política pela influência do crime, com prejuízos ao processo político democrático. A corrupção com pagamento de propina de milhões de reais e tendo por consequência prejuízo equivalente aos cofres públicos e a afetação do processo político democrático merece reprovação especial.”
Juntando-se essas afirmações ao fato de que a operação “Nessun Dorma” apura a propina na Diretoria Internacional da Petrobras de 2007 a 2013, ocupada por Nestor Cerveró, que negocia uma delação premiada com o Ministério Público, tem-se que além das negociatas da Eletronuclear, estão sendo investigadas ações como o superfaturamento do contrato da sonda Vitória 10.000 que, segundo Cerveró, foi feita a mando do próprio presidente da Petrobras à época, José Sérgio Gabrielli, para saldar dívidas de campanha de Lula com o grupo Schahin.
Na proposta de Cerveró para a delação premiada, que ainda não foi aceita, ele afirma que Gabrielli lhe disse que a ordem veio “do homem lá de cima”, numa referência clara ao então presidente Lula.
O operador Julio Camargo, em cuja delação premiada aparece a acusação ao presidente da Câmara Eduardo Cunha, disse que representava a Samsung na transação do navio-sonda Vitória 10 000 e confessou ter pago 25 milhões de dólares a diretores e intermediários, incluindo aí o próprio Cerveró.
O ex-diretor da área internacional contou aos procuradores da Operação Lava-Jato que os contratos de compra e operação da sonda Vitória 10 000 foram direcionados à construtora Schahin com o propósito de saldar dívidas da campanha presidencial de Lula, em 2006 com o banco do mesmo nome.
Esse caso está ligado a outro, mais nebuloso, envolvendo o assassinato do prefeito Celso Daniel, e foi revelado à época do mensalão numa tentativa mal sucedida do lobista Marcos Valério de fazer uma delação premiada para se livrar da penas de mais de 40 anos a que foi condenado na ocasião.
Ele revelou que foi procurado pelo PT para pagar uma quantia em dinheiro a uma pessoa que ameaçava revelar detalhes do caso Celso Daniel, acusando líderes do PT pela morte. Segundo ele, que teria se recusado a entrar no esquema, coube ao pecuarista José Carlos Bumlai, amigo pessoal de Lula, fazer o pagamento, pelo qual contraiu um empréstimo de 6 milhões de reais no Banco Schahin, quantia que teria sido paga como parte da propina da sonda.
O próprio Milton Schahin admitiu ter emprestado 12 milhões de reais ao amigo de Lula, em declarações à revista Piaui, mas diz que não é obrigado a saber o que  faria com o dinheiro. Bumlai era a única pessoa que tinha autorização para entrar no Palácio do Planalto a qualquer hora, sem audiência marcada, de acordo com um aviso que havia na portaria do Palácio, com sua foto para que não houvesse engano

segunda-feira, 21 de setembro de 2015

Justiça condena João Vaccari a 15 anos e Renato Duque a 20 anos de prisão

Renato Duque - Camara
Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil e Gabriela Korossy – Câmara dos Deputados
A Justiça Federal do Paraná condenou nesta segunda-feira o ex-diretor de serviços da Petrobras, Renato Duque, e o ex-tesoureiro do PT, João Vaccari Neto, pelos crimes de corrupção, organização criminosa e lavagem de dinheiro. Duque pegou 20 anos e oito meses de prisão – a maior sentença da Operação Lava Jato até agora. Já Vaccari, em sua primeira condenação, pegou 15 anos e quatro meses de prisão.
Além deles, também foram condenados outros oito réus do mesmo processo – referente à 10ª fase da operação. Entre eles, estão cinco delatores da Lava Jato: o doleiro Alberto Youssef, o consultor Julio Camargo, o executivo da Toyo, Augusto de Mendonça Neto, o operador Mário Góes, e o ex-gerente da Petrobras, Pedro Barusco.
Mas a pena de nove anos e dois meses imposta a Alberto Youssef foi suspensa até o fim do prazo prescricional. Pela delação premiada firmada com o Ministério Público Federal, ele não poderia pegar mais de 30 anos de prisão. Passando disso, os processos contra o doleiro seriam suspensos. Até agora, em sentenças anteriores da Lava Jato, ele já acumula 43 anos de prisão.
Outro colaborador da operação, o ex-diretor de abastecimento da estatal, Paulo Roberto Costa, foi absolvido. O juiz Sérgio Moro entendeu que não há provas suficientes do envolvimento dele nos crimes denunciados.
As investigações revelaram um esquema de desvio de recursos da Petrobras em quatro obras – duas refinarias e dois gasodutos. Somente Renato Duque teria recebido R$ 36 milhões. O Ministério Público também identificou que os repasses de propina eram disfarçados por doações oficiais ao PT. Foram 24 doações em 18 meses, no valor de quatro milhões e duzentos mil reais. O dinheiro seria pago a pedido de Renato Duque, enquanto João Vaccari Neto teria indicado as contas para o depósito do dinheiro e até participado de reuniões para acertar o pagamento da propina.
Repórter Tabata Viapiana

sexta-feira, 11 de setembro de 2015

Vídeo especial: Alborghetti exaltou Sergio Moro em 2006 e previu que o juiz prenderia a ‘quadrilha do PT’


Moro é a 'reserva moral' desse país, dizia o jornalista policial que virou 'mito' na internet


Alborghetti Moro montagem
Luiz Carlos Alborghetti (1945-2009), jornalista policial e ex-deputado estadual no Paraná, é hoje um “mito” nas redes sociais graças aos vídeos e áudios que registraram para a posteridade o estilo desbocado, polêmico e hilariante com que ele combatia a bandidagem no Brasil.
Pouca gente sabe, no entanto, que Alborghetti não só já exaltava em 2006 o juiz federal Sergio Moro, que se tornaria em 2014 um herói nacional no comando da Operação Lava Jato, como também previa que ele prenderia a ‘quadrilha do PT’.
Editei um vídeo especial com trechos de três programas – o Superpop, de Luciana Gimenez, e mais dois de rádio – em que Alborghetti mostrava o seu desejo de que Moro, “reserva moral” do país, um dia virasse ministro da Justiça ou até presidente da República.

sábado, 5 de setembro de 2015

Lula foi pego! Finalmente! Brasiiiiiiiiiillllll!

Da Veja.com

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A melhor notícia do dia – quiçá do mês, do ano, da década… – está no Estadão:
“A Camargo Corrêa pagou R$ 3 milhões para o Instituto Lula e mais R$ 1,5 milhão para a LILS Palestras Eventos e Publicidade, de Luiz Inácio Lula da Silva, entre os anos de 2011 e 2013.
É a primeira vez que os negócios do ex-presidente aparecem nas investigações da Operação Lava Jato, que apura um esquema de cartel e corrupção na Petrobrás com prejuízo de R$ 6 bilhões já reconhecidos pela estatal.
São três pagamentos de R$ 1 milhão cada registrados como ‘Contribuições e Doações’ e ‘Bônus Eleitoral’ para o Instituto, aberto por Lula após ele deixar a Presidência da República, em 2011.
A revelação sobre o elo da empreiteira – uma das líderes do cartel alvo da Lava Jato – com Lula consta do laudo 1047/2015, da Polícia Federal, anexado nesta terça-feira, 9, nos autos da investigação.”
Coisa linda. Finalmente.
O Instituto Lula e a empresa de palestras do petista aparentemente serviram para esquentar o dinheiro recebido da Camargo Corrêa.
Agora é a vez de Sérgio Moro esquentar uma porção de lula.
Brasiiiiiiiiiillllll!

domingo, 23 de agosto de 2015

Pixuleco II: depoimento de ex-vereador do PT compromete Gleisi Hoffmann e Paulo Bernardo

 | 
ucho.info

Morrendo abraçados – Está cada vez mais complicada a situação da senadora Gleisi Helena Hoffmann (PT-PR). A relação do advogado da senadora petista, Guilherme Gonçalves, com o esquema de empréstimos consignados, fruto de uma “parceria” entre a empresa Consist e o Ministério do Planejamento (à época ocupado pelo marido de Gleisi, Paulo Bernardo da Silva) começa vir à tona de forma comprometedora. O esquema criminoso é investigado na décima oitava fase da Operação Lava-Jato, batizada como “Pixuleco II”.
Quem está dissecando os detalhes do esquema é o ex-vereador Alexandre Romano (PT), conhecido como Chambinho. Ele revelou à Polícia Federal que foi o ex-ministro de Comunicação Social do governo Lula, Luís Gushiken (morto em 2013), quem indicou o advogado Guilherme Gonçalves para o recebimento de 9% da propina da empresa Consist Software, proveniente do contrato de empréstimos consignados do Ministério do Planejamento.
“Inicialmente os honorários acordados com a Consist foram de 25,8%”, contou Romano, em depoimento prestado na sexta-feira à delegada de Polícia Federal Renata da Silva Rodrigues. O porcentual teria sido aumentado para 32%. “Posteriormente, a pedido de Gushiken, destinou aproximadamente 9% para o escritório Guilherme Gonçalves”, revelou Romano, em colaboração espontânea a PF. Chambinho estaria negociando um acordo de delação premiada que pode revelar todo o esquema Gleisi-Paulo Bernardo-Consist.
O ex-ministro Gushiken, segundo Romano, também indicou uma segunda empresa que se beneficiaria dos honorários, que era ligada a “eles” (o Partido dos Trabalhadores). Guilherme Gonçalves, o advogado de Gleisi, teria recebido mais de 6 milhões de reais em propina da empresa Consist Software, que desde 2010 indiretamente prestava serviços para o Ministério do Planejamento, sob a batuta de Paulo Bernardo.
O advogado é ligado ao PT e muito próximo do outrora “casal 20” Gleisi e Paulo Bernardo. O escritório de advocacia de Gonçalves foi, segundo a força-tarefa da Lava-Jato, uma das seis pessoas jurídicas utilizadas pelo “companheiro” Romano como canais para o pagamento de propinas.
O escritório de Gonçalves atuou nas campanhas de Gleisi Hoffmann e prestou serviços para Paulo Bernardo. Alvo de investigação da Lava-Jato na Procuradoria-Geral da República, a senadora paranaense foi acusada, em delações premiadas de Paulo Roberto Costa, ex-diretor da Petrobras, e do doleiro Alberto Youssef de ter recebido, durante a campanha de 2010, R$ 1 milhão do esquema de corrupção que funcionou na estatal petrolífera ao longo de uma década e ficou conhecido como “Petrolão”.
Para quem se acostumou a processar jornalistas por não suportar ver a verdade noticiada, Gleisi Hoffmann está se mostrando muito melhor do que a encomenda. Aliás, Gleisi ainda deve aos brasileiros de bem uma explicação sobre a bisonha nomeação de um pedófilo para cargo de confiança na Casa Civil, assunto que levou a petista a acionar o editor do UCHO.INFO na Justiça.
Desesperada diante da possibilidade de perder o mandato por quebra de decoro parlamentar e abandonada pelo Palácio do Planalto, a senadora tem tentado desesperadamente salvar a própria pele, usando para isso a estratégia de defender de forma irresponsável a presidente Dilma Rousseff, que fosse o Brasil um país minimamente sério já teria sido despejada do governo. Enfim…

quarta-feira, 5 de agosto de 2015

Dirceu manda mensagem cifrada e apavora Lula et caterva

Por VEJA.com


O mensaleiro e chefe do petrolão deixou "escapar" ontem a informação de que é mais fácil ele morrer ou ser morto do que fazer delação. Na verdade a mensagem é cifrada. Zé Dirceu se sente abandonado e não pretende amargar 20 anos de cadeia para defender os companheiros. Para ele só resta a delação. Assim que contar o que sabe, Dirceu terminará de enterrar a biografia de Lula.


veja: http://veja.abril.com.br/multimidia/video/dirceu-manda-mensagem-cifrada-e-apavora-lula