quinta-feira, 11 de fevereiro de 2016

Entrega do manifesto para redução do salário dos vereadores de Mafra-SC será em março

Por Gazeta de Riomafra - 11/02/2016

Vereadores mafrenses poderão alegar inconstitucionalidade do pedido. O movimento também poderá pedir redução do salário do prefeito e vice. No legislativo do vizinho município de Canoinhas o projeto de redução para um salário mínimo já deu entrada na casa e está em discussão com ampla participação da comunidade local. 


Em Mafra o abaixo assinado está circulando tanto fisicamente, quanto pela internet, desde outubro do ano passado. Segundo um dos líderes do movimento, a adesão já passa de cinco mil assinaturas. Alguns suplentes de vereadores também assinaram o abaixo assinado durante manifesto na praça Lauro Müller no último mês de novembro.
O movimento mafrense para a redução dos salários de vereadores em Mafra estará agendando na Câmara Municipal para o mês de março a entrega simbólica do abaixo-assinado dos cidadãos mafrenses como forma sensibilizar a aprovação da proposta pelos vereadores do município.
O movimento irá sugerir também a redução do salário do prefeito e vice, que a exemplo dos demais municípios é considerado alto para a realidade econômica de Mafra, onde o município foi declarado pelo próprio executivo e legislativo, “encontrar-se numa situação financeira delicada, com dívidas de mais de R$ 20 milhões”. O movimento também poderá pedir o corte das diárias, tanto no executivo quando no legislativo.
Em Rio Negro ninguém da comunidade quis encabeçar um movimento neste sentido até o momento. Em Campo do Tenente um requirimento foi protocolado sem resposta do legislativo. 
O que está sendo reivindicado em Mafra
Conheça as reivindicações do abaixo assinado que está circulando em Mafra:
– Requer a redução dos salários dos vereadores para o valor de R$ 1.000,00 (um mil reais) por mês.
– Reduzir despesas com diárias de viagens
– Reduzir despesas com verbas de gabinetes
– Reduzir despesas com a contratação irregular de cargos comissionados
– Solicitar que os vereadores diplomados desempenhem a função para a qual foram eleitos e não usem o voto popular, a atividade legislativa, para barganhar cargos de chefia e/ou Secretárias com outras esferas públicas, com salários mais incompatíveis ainda que o atualmente já recebidos pelos vereadores
– Requerer atuação legislativa preventiva, com efetiva fiscalização da aplicação das verbas públicas, visando o enxugamento da máquina administrativa e das despesas públicas.

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