terça-feira, 22 de dezembro de 2009

Osmar Dias X Beto Richa empatam segundo Ibope.



A frente política acredita que as denúncias de caixa 2 na campanha de reeleição do prefeito tucano, cochilos administrativos e o trabalho de base feito pela mulher do candidato do PDT, Maria Teresa Dias, através do “Projeto Curitiba“, contribuíram para que Osmar avançasse no terreno do “inimigo”, que é Curitiba e região metropolitana. Por outro lado, Richa não obteve muito êxito nos voos que fez pelo interior do Paraná.

Dirigentes do PT, PMDB, PCdoB, PTB, PPS, PSC, entre outras legendas, analisaram os números e afirmaram ao blog que o fato novo neste final de ano é o crescimento de Osmar na região metropolitana de Curitiba e a queda brusca de Richa.

A pesquiza Ibope coloca Osmar Dias com 38% contra 41 do prefeito de Curitiba, Beto Richa (PSDB). O vice-governador Orlando Pessuti (PMDB) aparece com 5% das intenções de voto.

Na região metropolitana de Curitiba, o Ibope diz que Osmar subiu de 18% para 26%, enquanto Beto despencou de 66% para 47%.

A pesquisa revela ainda que na região Centro-Oeste, por exemplo, o candidato do PDT aparece com 60% das intenções de voto, contra apenas 23% de Beto Richa.

Outro exemplo é a região Noroeste, onde Osmar tem, de acordo com o Ibope, 52 pontos percentuais, contra 25 do prefeito da capital

A pesquisa do Ibope ouviu 1.204 eleitores em todo o Paraná.

Fonte: http://www.esmaelmorais.com.br/

sexta-feira, 18 de dezembro de 2009

Ratinho Jr denuncia lobby de sindicato e descaso de Richa com o metrô


O deputado federal Ratinho Jr (PSC) fez nesta quinta feira (17) uma série de questionamentos ao prefeito de Curitiba, Beto Richa (PSDB), por ele não ter priorizado a construção do metrô de Curitiba.
Ratinho Jr denuncia lobby de sindicato e descaso de Richa com o metrô
17 de Dezembro de 2009


Ratinho abre fogo contra tucano.
O deputado federal Ratinho Jr (PSC) fez nesta quinta feira (17) uma série de questionamentos ao prefeito de Curitiba, Beto Richa (PSDB), por ele não ter priorizado a construção do metrô de Curitiba.

Segundo o deputado, “o projeto do metrô ficou fora da Proposta do Plano Plurianual (PPA), que é o plano de investimentos municipais, simplesmente porque o executivo local não apresentou nenhum projeto em tempo hábil”.

No PPA está previsto a quantia de R$ 4 milhões que servirá apenas para a elaboração de estudos. No entanto, para construir o metrô de Curitiba será necessário um montante de R$ 1,4 bilhão.

“Trata-se de um grave erro e descaso com a sociedade curitibana”. Criticou o deputado Ratinho.

O deputado também denuncia a existência do lobby do transporte coletivo e faz alguns questionamentos a administração do prefeito Beto Richa:

1 – Qual o motivo para o prefeito não ter colocado como prioridade em seu mandato fazer pressão junto a União, para incluir a verba destinada ao metro PAC?

2 – Por que o prefeito Beto Richa fez com que o IPPUC desengavetasse o pré-projeto de construção do metrô de Curitiba, com base em pressão exercida por mim e toda a bancada do Paraná, depois de 9 anos na gaveta, e não finalizou a proposta em tempo hábil para ser aprovada e incluída no PAC?

3 – Qual o motivo de ter desistido, faltou vontade política? Houve pressão de interesses econômicos contra a construção do metrô?

4 – Quais forças políticas são contrárias ao metrô? O lobby do sindicato do transporte coletivo? Ou forças políticas ocultas?

Matéria Completa: http://www.esmaelmorais.com.br/?p=16854

quarta-feira, 16 de dezembro de 2009

PARA SE TORNAR UM BOM LÍDER



Foto: Leandro Bogarim

No recente Fórum Mundial de Liderança e Alta Performance, realizado em São Paulo, pela HSM, o professor Luiz Carlos Cabrera falou sobre “Sustentabilidade como Fator Primordial à Liderança”

Cabrera trouxe valiosos conselhos para líderes que pretendem fortalecer sua sustentabilidade. O professor Cabrera disse que não basta saber os conceitos e acreditar. “No dia-a-dia é preciso agir para ser um líder sustentável de fato”. Um líder sustentável consegue contribuir decisivamente para a continuidade e a perenidade de seu ideal.

Desde o início da década de 1990 fala-se muito em sustentabilidade. As empresas têm levado esse tema para suas estratégias, seus negócios e seu dia a dia. Algumas por convicção, outras por necessidade.

De acordo com o professor e headhunter Luiz Carlos Cabrera, o melhor conceito de desenvolvimento sustentável foi criado por Gro Harlem Bruntland, ex-ministra da Noruega, em 1987: “Desenvolvimento sustentável é suprir as necessidades da geração presente sem afetar as habilidades das gerações futuras de suprir as suas”.

Não precisamos salvar o mundo ou partir para teorias mirabolantes que coloquem tudo em ordem em um passe de mágica. O fundamental é fazermos o melhor que pudermos, sem atrapalhar o desenvolvimento futuro, buscando, nas atividades diárias, o equilíbrio entre os aspectos econômicos, sociais, culturais e ambientais. É prover o melhor agora para as pessoas, o planeta e o meio ambiente, para que as próximas gerações possam fazer o mesmo.

"Agindo dessa forma estamos contribuindo para a continuidade e a perenidade das boas práticas, dos resultados adequados nos negócios e das estratégias sustentáveis. Isso exige uma liderança que seja sustentável". ensina.

AS CARACTERÍSTICAS DE UM LÍDER SUSTENTÁVEL
Basicamente, o líder sustentável deve atender quatro grandes requisitos:

1) Ter foco no resultado
Para Cabrera, o resultado deve ser viável, justo e promover a perenidade da causa, o equilíbrio entre os públicos com os quais a empresa, o grupo, o partido se relaciona.

Além disso, a estratégia de suas ações tem de estar alinhada à evolução do “corpo social” da empresa, da companhia, do partido, ou seja, de todos os colaboradores e participantes.

“A estratégia tem de estar alinhada ao DNA da empresa, do partido, da causa e ser feita de acordo com as competências do seu corpo social”, destaca Cabrera.

2) Promover ações socialmente corretas, com foco no crescimento das pessoas e da sociedade
Se você é um líder socialmente correto, as ações têm de promover o crescimento das pessoas à sua volta – em termos de conhecimentos, sentimentos e espiritualidade. Como fazer isso?

- demonstrar genuíno interesse pelas pessoas, por meio de ações que gerem comprometimento;
- estar disponível para as pessoas para ouvi-las atentamente;
- ser uma pessoa íntegra. A integridade tem a ver com comportar-se como a mesma pessoa em todos os papéis sociais: chefe, subordinado, colega, pai, marido, filho...
- ensinar. Jamais deter o conhecimento. Hoje, informação compartilhada é sinônimo de poder. É preciso saber dividir um conceito, de maneira pedagógica, para que o saber passe a ser, também, propriedade de quem recebe a informação;
- apoiar o fechamento dos ciclos das pessoas. Cada pessoa tem vários ciclos na vida. Na empresa, uma pessoa pode começar um projeto, ser promovida, mudar de cidade para assumir outro posto, e assim por diante...
- liderar pelo exemplo. Isso é essencial, pois constrói uma relação de confiança e comprometimento. Não basta falar, tem de dar o exemplo.
3) Promover ações culturalmente aceitas, praticar e zelar pelos valores
“Os valores são o eixo central da cultura de uma pessoa, de uma empresa, de um partido”, ensina Cabrera. Representam a maneira pela qual um indivíduo ou grupo de indivíduos lida com as coisas da vida e faz seus julgamentos. Para tornarem-se tangíveis, os valores precisam ser operacionalizados e estarem atrelados a histórias que possam ser contadas e compartilhadas.

“Quando você acredita em alguma coisa, é uma crença; se você faz alguma coisa com base em conceitos que você tem em seu DNA, isso é um valor”, explica o professor. Assim, os valores passam de geração para geração e modernizam-se com a ação.

Você, gestor e líder sustentável:

- use os valores como bússola nas decisões e zele por esses valores;
- seja ético. Tenha “uma pauta de conduta em que os indivíduos são levados a formular princípios que devem valer tanto para eles como para os outros” (Leandro Konder);
- pratique a política do bem. A vida é essencialmente política.

Para Luiz Carlos Cabrera, “a política do bem é um exercício ético de promover e sustentar alianças e parcerias focadas no bem comum".
4) Atuar no ambiente de forma ecologicamente adequada
Para Cabrera, significa cuidar do ambiente hoje sem inibir as próximas gerações de cuidar do futuro. Significa ter uma causa comum, que congregue todo o sistema social à sua volta.

Significa, também, cuidar de cada decisão, avaliar o seu impacto ecológico. “Todas as nossas ações reverberam no meio ambiente em que vivemos”, lembra.


"Que isso sirva de lição aos nossos políticos..."

(Texto extraído do Fórum Mundial de Liderança e Alta Performance, realizado em São Paulo, pela HSM)
Resumo: Leandro Bogarim

quinta-feira, 3 de dezembro de 2009

"Política deve servir o bem comum..."


Leandro Bogarim

Todos devem estar se perguntando quem é esse “guri” que está aqui falando com vocês sobre política. Sou um cidadão que aprendi que a boa política deve ser feita de forma a melhorar a vida dos cidadãos das localidades, bairros, cidades, estados e do país. Hoje vemos escândalos nos telejornais, mas o que fazemos? Claro que as pessoas ficam indignadas, mas é preciso fazer algo há mais.

O quanto será que cada um de nós já fez para nos colocar nesse estado insano, onde tudo que parece errado, injusto e obsceno? O quanto de culpa paira sobre nossas costas?

Mas agora o importante é olhar para frente. Não podemos repetir os mesmos erros e manter essa rotina de atos espúrios justificados pela normalidade. A aceitação geral de desvios de conduta é o paraíso dos picaretas que se beneficiam dessa situação como se tudo fosse normal. Não é, e não tem que ser.

Nós temos que levantar a voz sempre que identificarmos algo errado, mesmo entre amigos! As pequenas “vantagens nossas de cada dia” estão nos custando caro demais. Chega!

A política sempre esteve na minha vida desde quando eu me entendo por “gente”. Nasci em uma família que mora nessa Cidade e a ajudaram na sua fundação.

Hoje, sou presidente do PSC (Partido Social Cristão) desta cidade e várias pessoas entendem que a mudança deve ocorrer. Fazem parte desse ideal, militantes de gabarito, como professores, empresários, agricultores, profissionais da saúde, profissionais liberais e representantes das diversas áreas da sociedade organizada de nosso município. Entendemos que política é escutar a todos, visando sempre o ser humano em primeiro lugar.

Agradeço a essas pessoas que participam deste processo de renovação e que sabem que é preciso por a mão literalmente na massa para que nosso município cresça de verdade.

quarta-feira, 2 de dezembro de 2009

RATINHO...A SAÚDE NÃO PODE ESPERAR!!



Ao constatar a demanda e a precariedade em alguns dos serviços de saúde pública, em diversos municípios do Paraná, o deputado federal Ratinho Junior (PSC/PR) fez, imediatamente, indicações ao Poder Executivo, por meio do Ministério da Saúde, para que sejam construídas, com urgência, 49 Unidades Básicas de Saúde (UBS) nas mais diferentes Regiões do Estado. “A saúde da população não pode esperar. Essas medidas são emergenciais. O povo não pode ficar em longas filas, em sofrimento e, muitas vezes, até perder a própria vida por falta de atendimento adequado à saúde”, defende.


O deputado sugere a construção dessas UBS para as populações dos seguintes municípios: Jaguariaíva, Jandaia, Juranda, Lapa, Londrina, Mandaguari, Mandirituba, Maringá, Matinhos, Mato Rico, Palmeira, Paranaguá, Pinhais, Piraquara, Ponta Grossa, Quatro Barras, Reserva, Roncador, São José dos Pinhais, Sertanópolis. Tomazina, Wenceslau Braz, Almirante Tamandaré, Antonina, Apucarana, Arapongas, Araucária, Bandeirantes, Bocaiúva do Sul, Cambé, Campina Grande do Sul, Campo Largo, Cândido de Abreu, Cascavel, Céu Azul, Cianorte, Colombo, Contenda, Cornélio Procópio, Cruzeiro do Iguaçu, Cruzmaltina, Curitiba, Fazenda Rio Grande, Foz do Iguaçu, Goioerê, Ibiporã, Imbituva, Irati e Jacarezinho.



Da Assessoria de Imprensa




(41) 3352 9297 e 3079 3120




E-mail: ratinhojunior@gmail.com
Sites: http://www.ratinhojunior.com.br/
http://www.pscparana.com.br/

A VERDADE SOBRE O PRESIDENTE LULA‏


(*) Pedro R. Lima

FHC, o farol, o sociólogo, entende tanto de sociologia quanto o governador de São Paulo, José Serra, entende de economia. Lula, que não entende de sociologia, levou 32 milhões de miseráveis e pobres à condição de consumidores; que não entende de economia, pagou as contas de FHC, zerou a dívida com o FMI e ainda empresta algum aos ricos.

Lula, o “analfabeto”, que não entende de educação, criou mais escolas e universidades que seus antecessores juntos, e ainda criou o PRÓ-UNI, que leva o filho do pobre à universidade.

Lula, que não entende de finanças nem de contas públicas, elevou o salário mínimo de 64 para mais de 200 dólares, e não quebrou a previdência como queria FHC.

Lula, que não entende de psicologia, levantou o moral da nação e disse que o Brasil está melhor que o mundo. Embora o PIG - Partido da Imprensa Golpista, que entende de tudo, diga que não.

Lula, que não entende de engenharia, nem de mecânica, nem de nada, reabilitou o Proálcool, acreditou no biodiesel e levou o país à liderança mundial de combustíveis renováveis.

Lula, que não entende de política, mudou os paradigmas mundiais e colocou o Brasil na liderança dos países emergentes, passou a ser respeitado e enterrou o G-8.

Lula, que não entende de política externa nem de conciliação, pois foi sindicalista brucutu, mandou às favas a ALCA, olhou para os parceiros do sul, especialmente para os vizinhos da América Latina, onde exerce liderança absoluta sem ser imperialista.. Tem fácil trânsito junto a Chaves, Fidel, Obama, Evo etc. Bobo que é, cedeu a tudo e a todos.

Lula, que não entende de mulher nem de negro, colocou o primeiro negro no Supremo (desmoralizado por brancos), uma mulher no cargo de primeira ministra, e pode fazê-la sua sucessora.

Lula, que não entende de etiqueta, sentou ao lado da rainha (a convite dela) e afrontou nossa fidalguia branca de lentes azuis.

Lula, que não entende de desenvolvimento, nunca ouviu falar de Keynes, criou o PAC, antes mesmo que o mundo inteiro dissesse que é hora de o Estado investir, e hoje o PAC é um amortecedor da crise.

Lula, que não entende de crise, mandou baixar o IPI e levou a indústria automobilística a bater recorde no trimestre.

Lula, que não entende de português nem de outra língua, tem fluência entre os líderes mundiais, é respeitado e citado entre as pessoas mais poderosas e influentes no mundo atual.

Lula, que não entende de respeito a seus pares, pois é um brucutu, já tinha empatia e relação direta com Bush - notada até pela imprensa americana - e agora tem a mesma empatia com Obama.

Lula, que não entende nada de sindicato, pois era apenas um agitador, é amigo do tal John Sweeny e entra na Casa Branca com credencial de negociador, lá, nos "States".

Lula, que não entende de geografia, pois não sabe interpretar um mapa, é ator da mudança geopolítica das Américas.

Lula, que não entende nada de diplomacia internacional, pois nunca estará preparado, age com sabedoria em todas as frentes e se torna interlocutor universal.

Lula, que não entende nada de história, pois é apenas um locutor de bravatas, faz história e será lembrado por um grande legado, dentro e fora do Brasil.

Lula, que não entende nada de conflitos armados nem de guerra, pois é um pacifista ingênuo, já é cotado pelos palestinos para dialogar com Israel.

Lula, que não entende nada de nada, é melhor que todos os outros.

(*) Pedro R. Lima é professor UERJ Enonomia e Redator VEJA ABRIL